Em 2 sessões de 2h
Conteúdos:
- Construir bons objectivos de vida;
- Criar planos de acção realistas;
- Conservar a motivação;
- Comunicar livremente o que queremos aos outros;
- Ampliar a consciência das nossas necessidades assim como das dos outros.
Orientadora: Joana Mealha dos Santos
(Psicóloga Clínica e Formadora)
Preço total: 80€ a 100€
Preço por sessão: 40€ a 50€
O valor exacto é da escolha do cliente
Incrições:
envie email para cristal_de_fogo@hotmail.com com os seus dados e contacto telefónico
ou
marque 91 396 31 55
terça-feira, junho 24, 2008
quarta-feira, junho 11, 2008
Gestão de Pensamentos (4h)
Mini-Oficina
construir melhores soluções usando
cada pensamento para a sua função
Formadora: Joana Mealha Santos - Psicóloga Clínica
PROGRAMA
Oficina de desenvolvimento pessoal baseada nos procedimentos da Terapia Breve Orientada para as Soluções e outros próximos des ta, cujos objectivos
são:
1. Conhecer e discriminar tipos de
pensamento, tendo por base o modelo e a
metodologia dos 6 chapéus pensantes;
2. Exercitar, através de desafios escritos, a
metodologia dos 6 chapéus pensantes;
3. Descobrir o que se esconde no interior
de uma queixa, diferenciando a resolução
de problemas da construção de soluções;
4. Aumentar a consciência da
singularidade do pensamento orientado
para as soluções.
Duração – 1 sessão de 4 horas
Público-Alvo – todos
Preço: 30 €
Se lhe interessa participar nesta Mini-Oficina peça informações sobre o próximo local de realização através de cristal_de_fogo@hotmail.com
construir melhores soluções usando
cada pensamento para a sua função
Formadora: Joana Mealha Santos - Psicóloga Clínica
PROGRAMA
Oficina de desenvolvimento pessoal baseada nos procedimentos da Terapia Breve Orientada para as Soluções e outros próximos des ta, cujos objectivos
são:
1. Conhecer e discriminar tipos de
pensamento, tendo por base o modelo e a
metodologia dos 6 chapéus pensantes;
2. Exercitar, através de desafios escritos, a
metodologia dos 6 chapéus pensantes;
3. Descobrir o que se esconde no interior
de uma queixa, diferenciando a resolução
de problemas da construção de soluções;
4. Aumentar a consciência da
singularidade do pensamento orientado
para as soluções.
Duração – 1 sessão de 4 horas
Público-Alvo – todos
Preço: 30 €
Se lhe interessa participar nesta Mini-Oficina peça informações sobre o próximo local de realização através de cristal_de_fogo@hotmail.com
Etiquetas:
6 chapéus pensantes,
De Bono,
Desenvolvimento Pessoal,
Pensamento,
T.B.O.S.
terça-feira, junho 10, 2008
(Ter) Razão
(...) "Tentar convencer alguém não tem mal nenhum, excepto em Portugal. Aqui, ser convencido é ser vencido. (...) Os Portugueses, quando se deixam convercer dizem: 'Está bem leva lá a taça!' indicando assim que perderam. Ao ver que alguém procura persuadi-los de qualquer coisa, pensam logo: 'Olá... este anda a ver se me dá a volta... mas eu já o lixo.' E dizem: 'Desculpe lá, mas a mim ninguém me tira esta ideia da cabeça.' (...)
Como se pode ter razão, se cada um de nós, individualmente e através do tempo que é o nosso, está cansado de ter razão? Se só em Portugal é possível ouvir coisas como 'Você tem toda a razão mas eu não posso concordar consigo'? Se só em Portugal se 'refutam' argumentos com o peso dialéctivo do 'Olhe que não...' ou do 'isso não é bem assim'? Se só em Portugal se diz de quem quer expor as suas opiniões que quer impô-las? Como será possível ultrapassar a situação em que todos sentem que dar razão a alguém é ficar-se sem ela? (Não há provocação mais violenta em Portugal do que dizer perante alguém 'Então estás a dar-me razão!').
A única maneira de ter uma razão que seja dada por outrem e não simplesmente consentida ('Pronto, fica lá na tua que eu cá fico na minha') é bastante darástica. É morrendo. Os mortos, em Portugal, têm sempre razão. É por isso que a razão só se dá no pretérito, a alguém que está manifestamente ausente: 'Razão tinha o outro, coitado...'.
por Miguel Esteves Cardoso in A Causa das Coisas, Assírio e Alvim
Como se pode ter razão, se cada um de nós, individualmente e através do tempo que é o nosso, está cansado de ter razão? Se só em Portugal é possível ouvir coisas como 'Você tem toda a razão mas eu não posso concordar consigo'? Se só em Portugal se 'refutam' argumentos com o peso dialéctivo do 'Olhe que não...' ou do 'isso não é bem assim'? Se só em Portugal se diz de quem quer expor as suas opiniões que quer impô-las? Como será possível ultrapassar a situação em que todos sentem que dar razão a alguém é ficar-se sem ela? (Não há provocação mais violenta em Portugal do que dizer perante alguém 'Então estás a dar-me razão!').
A única maneira de ter uma razão que seja dada por outrem e não simplesmente consentida ('Pronto, fica lá na tua que eu cá fico na minha') é bastante darástica. É morrendo. Os mortos, em Portugal, têm sempre razão. É por isso que a razão só se dá no pretérito, a alguém que está manifestamente ausente: 'Razão tinha o outro, coitado...'.
por Miguel Esteves Cardoso in A Causa das Coisas, Assírio e Alvim
Etiquetas:
Atitude Mental,
Miguel Esteves Cardoso,
Portugal,
Portugueses,
Razão
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